Segundo Vidal, as segregações que circulam o rap são o principal agravante para que o movimento se torne machista e homofóbico, o que é totalmente inaceitável, visto que esse estilo de música representa a voz dos oprimidos. A música intitulada Auto-Defesa promete causar bastante polêmica e repercussão com o público, afinal é a primeira vez dentro do Rap Nacional que é aberto o espaço para uma rapper travesti. A letra chama a atenção pela forma contundente que condena a homofobia, visto que precisa ser combatida. Confira abaixo esse som que promete deixar seu marco dentro e fora do Rap Nacional.
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"Sua consciência é tudo: Respeito é pra quem tem."
Por Renata Bettoni: Jornalista / RapGyn.Com

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